OOC: eu sempre tô a fim. IUHSUIASHIUSH mas precisamos de ideias. :3

ooc: detalhe que estou turnando contigo na Silena HEUAHEUA mas hm, quer fazer algo em um sonho? Idk. É o único meio deles dois se encontrarem atualmente, né?

ooc: gente, quero turnar. Aproveitem meu momento de empolgação pfv HEUAHEA quero turnar com meu Castorzin. Alguém a fim?

Gomenasai for everything, Gomenasai, I know I let you down @Annabeth x Castor

anniechase:

Primeiro dia como guarda oficial do exército de Cronos. Haviam se passado algumas semanas desde que eu fora conversar com Luke e, consequentemente, passar para seu lado. Luke… Quero dizer, Cronos pareceu feliz com o fato de eu ter escolhido o “lado certo”. A culpa pesava em meu coração, pois eu me sentia abandonando meus amigos, que sempre estiveram ao meu lado. E eu sabia que eles me odiariam, no mínimo. Porém, era necessário. 

As últimas semanas eu havia passado sendo tratada e treinada. Me deram néctar e ambrosia, fizeram curativo em meus ferimentos e eu passei um tempo com alimentação reforçada. Meus pertences me foram devolvidos - até mesmo Fofo, meu ursinho de pelúcia- e eu ganhei uma espécie de cabana bastante confortável. Cronos era bastante preocupado com o conforto e saúde de seus soldados, pelo que parecia. 

Eu realmente estava estranhando todo aquele tratamento e confiança para comigo, sem nenhum tipo de “teste”. Até agora. Cronos acreditava que eu já havia sido treinada o suficiente e já estava em perfeita forma para começar meus afazeres. E, ao mesmo tempo, ele queria ver o quanto eu lhe era leal. Logo, fui designada para ser a carcereira de meus amigos e irmãos. Cada dia seria um deles: Castor, Stella, Bianca, Lee… Eu deveria ser responsável por vigiar suas celas e, principalmente, não ter pena de torturá-los quando necessário. Caso eu passasse neste pequeno “teste”, Cronos confiaria inteiramente em mim. O que significaria fazer parte do esquadrão de estratégias, já que eu era filha de Atena e precisavam de alguém como eu naquele Esquadrão.

Robert, meu antigo carcereiro, ficou responsável de me levar até a cela de meu primeiro prisioneiro. Como eu ainda não era de inteira confiança, fui vendada para ser conduzida até lá. E a diferença de tratamento de Robert para comigo era notável. Enquanto da outra vez ele chegou a me arrastar pelo chão sem pena, desta vez ele me conduzia cuidadosamente, indicando caso houvessem degraus, curvas ou até mesmo pedras nas quais eu pudesse tropeçar. Chegamos à cela e Robert me tirou a venda. Ele me explicou que ficaria ali para me vigiar e verificar se eu cumpriria com minha palavra e eu respondi que compreendia perfeitamente.

“Então, não quer olhar quem é que está aí dentro?” Ele me perguntou, sorrindo de uma maneira um tanto maníaca.

Nervosamente olhei para dentro da cela. Estava escuro e o máximo que eu conseguia distinguir eram alguns trapos de roupas que outrora foram um elegante terno de baile.

“Não consigo reconhecer…” Respondi. Quem quer que estivesse lá dentro se remexeu ao som de minha voz, indicando que possivelmente havia me reconhecido.

“então, você sabe o que fazer, né, gracinha? Obrigue-o a levantar!” Respondeu Robert.

Engoli em seco e peguei minha faca de bronze celestial do bolso do short jeans. Bati com força nas grades da cela.

“Levante-se, seu trapo imundo!” Falei, embora eu não parecesse uma carcereira convincente. Minha voz falhava e tremia. Olhei para Robert e ele apenas fez uma cara de ‘nada mal’. A figura dentro da cela moveu-se e levantou o rosto para mim. Meu coração apertou ao reconhecê-lo e inúmeras lembranças me vieram a mente. Senti lágrimas se formando em meus olhos ao encarar seu rosto cheio de hematomas e cortes.

“Cas-Castor?” Consegui pronunciar.

Os dias passavam como os segundos. Incontáveis. A princípio tentou manter uma noção de tempo, no entanto logo desistiu por ser impossível. Não havia nada em que pudesse se basear para contar as horas e obviamente não havia um calendário preso à parede da cela. Por que gostaria de saber quantos dias havia passado naquela prisão? Não sabia dizer. Mas conforme a situação se agravou, isso perdeu a importância assim como todo o resto. Indiferença e apatia, agora tão presentes no filho de Dionísio outrora tão animado e cheio de vida. 

Seus pensamentos se alternavam entre os amigos reféns e a hora em que seria castigado novamente. Gostaria de saber como os demais estavam e torcia para ser o mais azarado entre todos, assim não sofreriam tanto quanto ele. Por diversas vezes indagou aos carcereiros a respeito dos companheiros, mas tudo que recebeu em troca foi uma série de caras feias e respostas mal-educadas. Teve de se conformar com a falta de notícias, embora não deixasse de pensar neles, a preocupação constante que não o abandonava. Os poucos momentos em que Castor deixava de afligir-se por conta dos outros era quando o tinha de fazer por si mesmo, nos instantes em que era punido pelos traidores covardemente. Suportava as dores com um orgulho feroz, se recusava a mostrar o sofrimento na frente de alguém. Claro que isso não o ajudava, além de fazer seus algozes interpretarem como uma provocação e o castigarem ainda mais, porém estava decidido a continuar agindo assim.

E já esperava por uma nova visita indesejável quando ouviu os passos ecoando pelo ambiente silencioso. Sentado, os joelhos dobrados e os braços apoiados nas pernas, seu rosto pendia para o lado contrário às grades e ele não o moveu. Até reconhecer a voz familiar. Não entendeu o que estava acontecendo, mas seu palpite era que havia algo de errado, no mínimo estranho. Então aguardou, o coração acelerado. Logo surpreendeu-se ao ouvir as palavras e não pôde evitar encarar a filha de Annabeth, os olhos tristes e indagadores.

- Annie. - Sussurrou, o semblante inalterado. Quis perguntar-lhe o que estava fazendo ali e se estava bem, mas algo naquela situação o impediu de ir em frente. No fundo, sabia que estava para descobrir as respostas de todas as suas perguntas. 

ooc: guys, estou sem pc. Tô usando o notebook da minha ermã, mas né, não sei se ela me emprestará de novo. Então, Hannah bby, cuida da central, tá?

tr-stoll:

“Can you please come to bed like, now?!” 

He said with a foolish smile taking over his face. 

“Stop being perv, I’m already going…”

These words made Travis giggle and ask himself if the other guy truly believed that they wouldn’t end the night together.

“Well, take your shirt and come here. You’re way too nervous.”

And just for fun, he teased the curled one. Always nervous, always bossy.

“You’ll see the nervous…”

And well, perhaps he complained a lot. But just that. His t-shirt was already taken anyway.

No title, just pain @Luke

A escuridão tornou-se sua companheira conforme o passar dos dias. Não havia luz que adentrasse aquela cela assim como não havia esperança que confortasse o filho de Dionísio. Qualquer fagulha de otimismo era facilmente destruída pelas mãos dos carcereiros que o faziam conhecer na pele o significado da dor. Dor esta que crescia atingindo não somente seu corpo, mas também seus pensamentos mais profundos. Momentos de alegria agora não passavam de vagas lembranças distantes, reconfortantes, mas dolorosas ao pensar que jamais voltaria a sorrir de novo. Pois não havia outra coisa a fazer a não ser esperar pelo fim. Sua libertação.

Era difícil se manter forte. Difícil esperar que o bem triunfasse naquelas circunstâncias. Até mesmo a resistência dos mais obstinados aos poucos perecia diante da crueldade e de todos os maus tratos a que eram submetidos. Ninguém escapava, não haviam exceções. Os próprios filhos de Hermes, irmãos do traidor, não estavam livres da má sorte que atingia os outros, pelo contrário. Por diversas vezes Castor os viu sendo castigados pelos guardas do cárcere com mais violência do que os demais. Mas apesar desse detalhe, o filho de Dionísio era quem figurava entre aqueles que mais sofriam punições. Dono de um gênio difícil, simplesmente não abaixava a cabeça para nenhum dos vigilantes e protestava contra cada injustiça que presenciava. Orgulhoso, apanhava, mas se mantinha firme e mesmo com todos os ferimentos que ganhava, não se arrependia. Era o mínimo que podia fazer, por ele e por todos os semideuses vítimas daquela bárbarie. 

Seu único consolo era também a fonte de sua força. Nada podia aliviá-lo mais do que saber que aqueles a quem mais amava estavam a salvo. Pollux e Travis. Descobriu que o gêmeo conseguiu escapar no mesmo dia do ataque, quando ouviu um dos traidores dizer que os únicos fugitivos eram ele, Silena e o Stoll. E logo que soltou um suspiro de alívio recebeu uma bofetada, a primeira de muitas. Mas a dor não era nada comparada ao conforto de saber que seu sacríficio havia salvado o filho de Hermes, saber que ficaria bem. Ainda tinha a imagem da separação nítida em sua mente, os orbes do castanho e sua voz ecoando com um pedido de desculpas. A emoção em palavras e o amor visível nas íris azuis.

Os pensamentos vagavam acerca daquela noite quando um barulho o surpreendeu. Devido a falta de luz só distinguiu uma figura masculina indo em sua direção e no mesmo instante ergueu o rosto, sobressaltado. Sua situação era péssima. Suas roupas estavam rasgadas, tinha ferimentos por todo o corpo e mal comia e bebia há dias. Mas Castor aprendeu que nada era tão ruim que não pudesse ficar pior. Assim preparou-se para qualquer coisa, porém não para aquilo. “Luke quer ver você”.

tr-stoll:

“You don’t need to be like me, Travis.”

“But, I thought you… You deserve someone smart, like you.”

“You got me wrong. I don’t need anyone like me.”

“What do you need, then?”

“You, just you.”

About the day when Travis Stoll tried hard to study, giving up of ADD, and make Castor proud of him. But things are not like we suppose to be and Castor made him feel even more loved.

"The wine is there, if you want to catch it", he said and pointed to the closet.  

"I mean… If Travis didn’t drink all of it. He was very excited last night.